Monday, April 11, 2011

Tuesday, August 29, 2006

Uma Rua Chamada Pecado....um bonde chamado desejo....




Sunday, August 27, 2006

Imagens do filme Ultimo Tango em Paris....




Ultimo Tango em Paris


Polêmico e forte, um filme digno de visto e revisto.

CURIOSIDADES TIRADAS DO SITE www.cinemaemcena.com.br

Marlon Brando improvisou grande parte do seu diálogo, porque o roteiro não lhe agradava.

- Durante as filmagens, o diretor Bernardo Bertolucci tentou explicar a Marlon Brando o sentido do filme, sugerindo que o personagem de Brando representava a sua masculinidade enquanto a personagem de Maria Schneider era a garota dos seus sonhos. Mais tarde, Brando afirmou que não tinha a menor a menor idéia do que o diretor estava tentando falar.

- A idéia para o filme surgiu a partir das próprias fantasias sexuais de Bertolucci. O diretor afirmou que teve um sonho em que “via uma belíssima e anônima mulher na rua e então fazia sexo com ela sem nunca saber quem era ela”.

- Uma idéia alternativa para o filme era envolver um relacionamento apaixonado entre homossexuais, mas a idéia foi descartada depois que um ator francês, para quem a idéia tinha sido concebida, abandonou o filme.

- O diretor sueco Ingmar Bergman disse certa vez que a história do filme só faria sentido se envolvesse dois personagens homossexuais. Bertolucci respondeu dizendo que entendia todas às críticas ao filme como válidas.

- O lendário compositor de tangos Astor Piazolla iria escrever a trilha sonora do filme e chegou inclusive a mandar alguns demos para Bertolucci. O diretor, no entanto, mudou de idéia e escolheu o músico de jazz Gato Barbieri, porque achou que seu saxofone ajudaria na criação de uma atmosfera mais rica e sensual.

- A versão original do filme tinha mais de quatro horas de duração.

- Depois que o filme foi lançado na Europa, Bertolucci, Brando, Maria Schneider e o produtor Alberto Grimaldi foram indiciados por uma corte em Bolonha, na Itália, por participarem do longa, considerado pornográfico. Logo depois, todos foram absolvidos, mas Bertolucci perdeu o direito ao voto durante algum tempo.

- O ator Jean-Pierre Léaud tinha tanto respeito por Marlon Brando que temia conhecê-lo. Por isso, gravou todas as suas cenas aos sábados, quando Brando recusava-se a trabalhar. Os dois nunca se encontraram durante as filmagens.

- A história que Paul conta a Jeanne sobre como a mãe dele o ensinou a apreciar a natureza, e com a qual ele ilustra falando sobre suas lembranças do seu cachorro Dutchy caçando coelhos, é real e baseada nas reminiscências de Brando sobre seu passado.

- Quando perguntado, numa entrevista a uma revista, em 1979, sobre do que realmente se tratava o filme, Brando respondeu que o filme era “uma auto-análise de Bernardo Bertolucci”.

- Um trecho de 10 segundos em que Paul põe os dedos entre as nádegas de Jeanne foi cortada da cena de sodomia na versão britânica.

- Na versão que foi mostrada na pré-estréia mundial, no Festival de Cinema de Nova York, havia uma cena em que Paul afugentava de seu apartamento um vendedor de bíblias, colocando-se de quatro e latindo como um cachorro. A cena foi elogiada pela crítica de cinema Pauline Kael na revista New Yorker, mas Bertolucci decidiu cortá-la da edição final.

- Existe uma cópia que contém as quatro horas originais do filme. Não se sabe exatamente o que ela contém, mas, aparentemente, é a cópia que foi vista por Gato Barbieri para decidir em que partes do filme era necessário colocar trilha sonora.
- Em vídeo, existem duas versões do filme: na sem cortes, há uma cena de sexo anal entre Marlon Brando e Maria Schneider; já na censurada, a cena também está presente, porém, uma lâmpada aparece sobreposta aos corpos dos atores. A versão censurada tem dois minutos a menos.
Fonte: IMDb

Wednesday, August 09, 2006

A Diva Marilyn Monroe






Fotos da Diva Marilyn Monroe.....







Tuesday, June 27, 2006

Marilyn Monroe


Marilyn Monroe
Quem nunca ouviu falar de Marilyn Monroe, a loura platinada que fez fama no cinema americano dos anos 50.... Quarenta anos depois de sua morte, sua imagem e fama continuam evoluindo de uma forma impressionante...

Talvez muitos não saibam o que ela fez para se tornar tão famosa e adorada, mas uma coisa é verdade: Ela conseguiu um diferencial tão grande que se tornou referência.

A estrela de O Pecado Mora ao Lado , Quanto Mais Quente Melhor Os Homens Preferem as Loiras ,Nunca Fui Santa, Adorável Pecadora, entre vários outros maravilhosos filmes faria 80 anos nesse mês de junho, mas morreu aos 36 anos, no auge de sua fama e carreira.

Impressionante como toda a fama e admiração que obteve não foram capazes de torná-la menos auto destrutiva. A diva platinada não era feliz – vivia almejando o que não tinha, queria ser perfeita...... e era, só não sabia...

Sua fragilidade pode ter surgido por sua infância difícil, criada em orfanato e vagando em famílias provisórias. Sua mãe tinha problemas mentais, e ela por conseqüência, precisou casar-se unicamente para ter um lar. Mas seu destino já estava traçado e Norma Jean se transformou em Marilyn.

Sempre envolvida com os homens errados, na hora errada, ela sofreu, errou, brilhou....
Diva, na mais completa acepção do termo, Marilyn Monroe personificou como ninguém a autêntica imagem de um mito. Ela não tinha pudores em se comportar como um ícone, e isso a fazia ainda mais “irreal” e “intocável” aos olhos de milhares de fãs. Sempre muito educada e gentil, mas referia-se a si mesma na terceira pessoa.

Não se fazem mais estrelas como antigamente.... Nunca existirá outra Marilyn Monroe.... Dedico essa postagem aos meus amigos fãs de Marilyn e a todos que apreciam um bom filme... Boa semana a todos....
(fotos do site adoro cinema)

Thursday, June 08, 2006

Uma dica para essas noites frias...


Quem ainda não assistiu, corra até a uma boa locadora e alugue: Quanto Mais Quente Melhor!! nesse friozinho, é uma excelente pedida assisti-lo embrulhado em um edredon bem macio, ao lado da pessoa amada, reunidos com amigos, ou até mesmo sozinho...

Se vc for assistir sozinho não se acanhe: Estará muito bem acompanhado por ninguém menos que Marilyn Monroe, Tony Curtis e Jack Lemonn.

O filme é de Billy Wilder, e estreou no ano de 1959. Produzido em preto e branco, é uma comédia para se "matar de rir", com enredo primoroso e atuações perfeitas. Trata-se da história de dois músicos que, após presenciarem uma execução de mafiosos, precisa fugir da cidade fantasiados de mulheres, em um trem que transporta uma banda feminina, cuja estrela é Suggar Kane, ou miss Monroe....

O desenrolar do filme é envolvente e fascinante, é impossivel eleger quem dá o melhor show, se Curtis ou Lemonn, os dois em um de seus melhores momentos no cinema. Marilyn Monroe brilha representando e cantando, exibindo figurinos luxuosos e ousados...

Amigos, assistam ao filme, garanto que ao The end, vocês vão estar felizes e de bem com a vida, o fim de semana está chegando, bom descanso e divertimento a todos!!

poster do site adorocinema.com.br.

Algumas imagens de clássicos...O Pecado Mora ao lado, Casablanca e Bonequinha de Luxo....



Wednesday, June 07, 2006

Filmes Clássicos

Sou apaixonada por cinema principalmente filmes antigos e clássicos. Essa semana fui surpreendida, em conversa com o colega Felipe Cola no curso de pós-graduação, com o seguinte questionamento: “O que você considera um filme clássico?”

A partir daí comecei a me perguntar, o que um filme precisa ter, para ser considerado como tal.
Primeiramente é preciso definir a palavra clássico.
O termo clássico surgiu derivado do adjetivo latino classicus, que indicava o cidadão pertencente às classes mais elevadas de Roma. No século II d.C. um certo Aulo Gelio (Noctes Atticae) utilizou-o para designar o escritor que por suas qualidades literárias poderia ser considerado modelar em seu ofício: "Classicus scriptor, non proletarius." (sergius Gonzaga).

Um filme para ser chamado de clássico, portanto, necessitaria servir de modelo para tantos outros, vindos depois dele.Precisa se tornar uma referência, mesmo com o passar dos anos.
Vamos falar de Casablanca. O filme marcou época, consagrando-se como um grande marco do cinema. A sintonia entre direção e elenco, sem citar a magia entre Humphrey Bogart e Ingrid Bergman contribuíram para o sucesso do filme é claro. Mas como explicar a mágica que perdura até hoje, a fama, o sucesso inigualável depois de décadas...

Filmes como Casablanca, Bonequinha de Luxo, O Poderoso Chefão, Quanto Mais Quente melhor, para citar apenas uma das obras do genial diretor Billy Wilder não envelhecem nunca...talvez seja esse o motivo de serem tão especiais....Toda a tecnologia, modernismo e modismo de Hollywood não foram suficientes para torná-los obsoletos ou desinteressantes, e eles continuam reinando absolutos entre os cinéfilos e fãs de um modo geral.

Assistir a essas obras primas faz-nos sentir a alma ser transportada em uma nave do tempo imaginária, até aos anos 40, 50, 60...Reencontrar todo o luxo, glamour, os galãs, as divas...
Vimos Marilyn Monroe, a loura platinada que 40 anos depois de sua morte ainda faz fãs por todos os cantos do planeta; Ela eternizou a loira linda com ares de inocente no cinema brindando-nos com sua beleza e talento em produções como “Os Homens Preferem as Loiras”, “Adorável Pecadora”, “Nunca Fui Santa”, “O Pecado Mora ao Lado”, entre outros.
E o que dizer da Bonequinha Audrey Hepburn, da Malvada Betty Daves, dos galãs que lançavam moda, Gregory Peck, Clark Gable, Marlon Brando... Existe vida após o desaparecimento desses ícones???

O cinema americano produz estrelas a cada temporada, mas sem qualquer preconceito pessoal, nenhuma Julia Roberts pode ser comparada às divas de outrora, nos áureos anos do cinema até as estrelas brilhavam mais. É claro que existem muitas atrizes e atores maravilhosos atualmente, além de belíssimos filmes.... Mas parece que tudo era melhor naquele tempo.
Essa é uma opinião apaixonada, espero que eu tenha conseguido responder a questão, às vezes é difícil traduzir a paixão em palavras, explicar com argumentos o que nos faz ver e rever um filme dezenas de vezes, e chorar ou rir em todas elas, mas penso que quem ama filmes ou qualquer outra coisa, consegue entender do que uma paixão é capaz...um filme para mim, para ser chamado de clássico, deve ser simplesmente especial e eterno, para toda uma geração que o assiste...

Dilcinara Menezes Rizzo, 06 de junho de 2006. (fotos do site www.adorocinema.com.br)