Ultimo Tango em Paris
Polêmico e forte, um filme digno de visto e revisto. CURIOSIDADES TIRADAS DO SITE www.cinemaemcena.com.br Marlon Brando improvisou grande parte do seu diálogo, porque o roteiro não lhe agradava. - Durante as filmagens, o diretor Bernardo Bertolucci tentou explicar a Marlon Brando o sentido do filme, sugerindo que o personagem de Brando representava a sua masculinidade enquanto a personagem de Maria Schneider era a garota dos seus sonhos. Mais tarde, Brando afirmou que não tinha a menor a menor idéia do que o diretor estava tentando falar. - A idéia para o filme surgiu a partir das próprias fantasias sexuais de Bertolucci. O diretor afirmou que teve um sonho em que “via uma belíssima e anônima mulher na rua e então fazia sexo com ela sem nunca saber quem era ela”. - Uma idéia alternativa para o filme era envolver um relacionamento apaixonado entre homossexuais, mas a idéia foi descartada depois que um ator francês, para quem a idéia tinha sido concebida, abandonou o filme. - O diretor sueco Ingmar Bergman disse certa vez que a história do filme só faria sentido se envolvesse dois personagens homossexuais. Bertolucci respondeu dizendo que entendia todas às críticas ao filme como válidas. - O lendário compositor de tangos Astor Piazolla iria escrever a trilha sonora do filme e chegou inclusive a mandar alguns demos para Bertolucci. O diretor, no entanto, mudou de idéia e escolheu o músico de jazz Gato Barbieri, porque achou que seu saxofone ajudaria na criação de uma atmosfera mais rica e sensual. - A versão original do filme tinha mais de quatro horas de duração. - Depois que o filme foi lançado na Europa, Bertolucci, Brando, Maria Schneider e o produtor Alberto Grimaldi foram indiciados por uma corte em Bolonha, na Itália, por participarem do longa, considerado pornográfico. Logo depois, todos foram absolvidos, mas Bertolucci perdeu o direito ao voto durante algum tempo. - O ator Jean-Pierre Léaud tinha tanto respeito por Marlon Brando que temia conhecê-lo. Por isso, gravou todas as suas cenas aos sábados, quando Brando recusava-se a trabalhar. Os dois nunca se encontraram durante as filmagens. - A história que Paul conta a Jeanne sobre como a mãe dele o ensinou a apreciar a natureza, e com a qual ele ilustra falando sobre suas lembranças do seu cachorro Dutchy caçando coelhos, é real e baseada nas reminiscências de Brando sobre seu passado. - Quando perguntado, numa entrevista a uma revista, em 1979, sobre do que realmente se tratava o filme, Brando respondeu que o filme era “uma auto-análise de Bernardo Bertolucci”. - Um trecho de 10 segundos em que Paul põe os dedos entre as nádegas de Jeanne foi cortada da cena de sodomia na versão britânica. - Na versão que foi mostrada na pré-estréia mundial, no Festival de Cinema de Nova York, havia uma cena em que Paul afugentava de seu apartamento um vendedor de bíblias, colocando-se de quatro e latindo como um cachorro. A cena foi elogiada pela crítica de cinema Pauline Kael na revista New Yorker, mas Bertolucci decidiu cortá-la da edição final. - Existe uma cópia que contém as quatro horas originais do filme. Não se sabe exatamente o que ela contém, mas, aparentemente, é a cópia que foi vista por Gato Barbieri para decidir em que partes do filme era necessário colocar trilha sonora. - Em vídeo, existem duas versões do filme: na sem cortes, há uma cena de sexo anal entre Marlon Brando e Maria Schneider; já na censurada, a cena também está presente, porém, uma lâmpada aparece sobreposta aos corpos dos atores. A versão censurada tem dois minutos a menos. Fonte: IMDb |


1 Comments:
Puxa, Naná!
Quantas curiosidades sobre o filme!
Mto legal o post... Continue escrevendo seus excelentes posts sobre cinema!
Bjão.
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